sexta-feira, 11 de janeiro de 2013





Há algo de pássaro azul nela
quando brinca de voar
inefavelmente entre nuvens de sonhos.
Suas plumas se agitam 
antes de quedar-se na liberdade do vento.
Salta nos floreios do vento
e,em uníssono com ele
canta um estribilho sem tempo
Ela é sempre presente
é dádiva azul
de mar 
de céu
de noite
sem o peso do chão
é atmosfericamente substancial 
Mutável em sua forma
feito água
tão vital
tão ondular
E nasce desse sopro de vontade
que se chama gente
Um pássaro azul,
A imutável esperança do espírito,
que gorjeia:
                    Liberdade...
                              



Fassura

           


Um comentário:

  1. Sim, obviamente que gostei! A leveza com a qual retratou este pássaro é inerente à própria liberdade! E quem não é leve quando está livre?

    Sinta-se abraçada e amada...

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