domingo, 17 de fevereiro de 2013

Sob o escárnio de alquebradas esperanças
nascem as mazelas de um desconhecido
ainda dormindo na senzala do tempo não esquecido
ainda fingindo navegar em futuras lembranças

Aquele homem, meu amigo, ainda  não dito
brinda a noite mal descansada
perdido nas margens reversas de uma enseada
afago dos pobres rotos silenciados no finito

Guardador de sonhos
Comprador de despesas
Cura/dor de espaços vazios

Esse meu irmão triste
que se ausenta de si
e cisma de gritar em mim


Fassura




Um comentário:

  1. Mnha irmãzinhaaa.. vc escreve demais.. e por demais!!
    Muita vida nessas palavras.. incrível :) Rafa.

    ResponderExcluir